
Mais importante, contudo, e pela escassez de recursos financeiros da produtora, permitiu desencadear um fenómeno de “grassroot marketing” ou marketing com origem nas raízes. Ou seja, transformar os eleitos para a pré visualização em verdadeiros agentes promotores do filme, de forma não óbvia nem remunerada!
Mas os eleitos não tiveram que assinar um compromisso de confidencialidade? Sim, mas como era expectável, em breve começaram a surgir na imprensa pequenas notícias sobre o filme e os seus aspectos mais particulares: seu alegado anti semitismo, a dose excessiva de violência, o grau de realismo dramático das cenas, as línguas arcaicas em que o filme era falado.
E o pacto de silêncio e a estratégia de paulatinamente, ao longo de vários meses, irem sendo realizadas sessões de pré visualização, só contribuiu para gerar mais interesse sobre o filme.
Veja este caso e outros no Livro Marketing Inovador. http://www.marketinginovador.com/
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