Inspirational Marketing and Sales, Leadership and Results Oriented Management are the purpose!
terça-feira, fevereiro 28, 2012
quarta-feira, fevereiro 22, 2012
Great People Decisions
Temos que fazer o trabalho de casa nas organizações e despertar os GESTORES para a IMPORTÂNCIA deste TEMA.
segunda-feira, fevereiro 20, 2012
Que Empresas e Lideres queremos ?
Não há milagres é preciso fazer o trabalho de casa!
A sua empresa está a fazê-lo ?
quinta-feira, fevereiro 16, 2012
Tom Peters' Leadership Thoughts: Listening
Mais uma sugestão para irmos mudando comportamentos nas nossa organizações e na vida pública:
- Quem tem a responsabilidade de liderar e gerir Pessoas tem que perceber que a sua profissão é Ouvir!
- "Aprendes a Ouvir" e "Ensinas a Ouvir".
Simples, não é ?
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
Um Conselho sábio do falecido Drucker
Palavras sábias que requerem implementação e prática... estamos a viver um tempo que exige de nós maturidade e bom senso. Espero que estejamos à altura!
Que outras más experiências nos sirvam de exemplo, para não cometermos os mesmos erros e de ESTIMULO para a Acção.
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sexta-feira, fevereiro 10, 2012
quinta-feira, fevereiro 09, 2012
Richard Branson's Advice for Entrepreneurs
Para os nossos Gestores e Empresários OUVIREM e PRATICAREM.
As Pessoas é que fazem as Empresas!
segunda-feira, janeiro 30, 2012
Os Empreendedores podem mudar o Mundo!
Que encaremos o aumento do desemprego como uma oportunidade para investir na Inovação e Empreendedorismo. Há muito boa gente no Desemprego com ideias geniais, mas que precisa de incentivo, animo e investidores. É uma outra perspectiva, mas que faz sentido, não acham ?
quinta-feira, janeiro 26, 2012
Um bom exemplo de como o formalismo académico pode ser quebrado!
Precisamos de menos "posturas Doutorais" e mais "trabalho entre as Universidades e as Empresas", nem que seja necessário quebrar algumas regras. :) Está em causa a criação de valor para o país e não a importância dos cargos!
terça-feira, janeiro 24, 2012
terça-feira, janeiro 17, 2012
Temos acordo!
Temos acordo de Concertação Social, o que é uma excelente noticia para Portugal. Evoluímos como democracia. Estamos a aprender a crescer!
Agora arregaçar as mangas e trabalhar. Vamos a isso.
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6:29 da tarde
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segunda-feira, janeiro 16, 2012
CGTP... quem são os miúdos mimados ?

O abandono, reincidente, da CGTP da reunião de Concertação Social faz-me pensar sobre como vai o Sindicalismo em Portugal e se os trabalhadores se sentem representados por este tipo de comportamentos. Uma coisa eu sei. Este tipo de atitude não é o melhor para os trabalhadores.
Precisamos de uma nova geração à frente do Sindicalismo em Portugal, com sonhos, ambições, objectivos, com propostas de valor exequíveis. Capazes de negociar em termos técnicos com o governo e com as entidades patronais, com uma perspectiva de melhorar as empresas, o ambiente empresarial, a vida dos trabalhadores e a economia do País.
Se não houverem empresas, não existem empregos e o sindicalismo deixa de fazer sentido. As empresas e os seus donos, tanto como o governo, não são inimigos, são parceiros, em muitos casos com visões diferentes, mas com quem temos que negociar. Nunca fugir! Eu sei é mais fácil fazer greves e gritar alto, e até fugir, como os miúdos... mas os trabalhadores precisam de mais e de melhor.
quinta-feira, janeiro 12, 2012
quarta-feira, janeiro 11, 2012
Concertação Social Já!

Mais uma vez a reunião da Concertação Social foi adiada. São todos muito importantes e não é fácil conciliar agendas. Enfim, como na maioria das vezes não pensam nos Portugueses!
AMIGOS, OS TEMPOS SÃO DE MUDANÇA. SABEM O QUE ISTO SIGNIFICA ? O PAÍS, OS TRABALHADORES, OS PORTUGUESES PRECISAM QUE SE ENTENDAM.
Governo, Patrões e Representantes Sindicais, TODOS, têm que fazer cedências, por Portugal, e chegar a um ACORDO. O possível. E isso é essencial e demonstrará maturidade politica e democrática de todos. Estou a torcer pela Concertação Social!
terça-feira, janeiro 10, 2012
Os Sindicatos e as CTs estão a perder uma oportunidade!

Honestamente, enquanto Português, espero que nos próximos meses a tensão social em Portugal não se acentue. Seria mau para todos. Os resultados que traria seriam certamente muito negativos e piores se o ambiente social se mantiver estável.
Em especial os últimos três meses demonstram-nos que temos organizações sindicais e laborais num estado de maturidade democrática ainda muito por evoluir! Parece-me mesmo que estas organizações estão a desperdiçar um momento histórico para terem um papel extremamente importante na nossa sociedade e em concreto nas empresas, colaborando com estas, participando com estas os momentos difíceis que vivemos, diagnosticando e avaliando o ambiente social das empresas.
Em vez de uma discussão ideológica, totalmente obsoleta, virtual e inapropriada, as organizações laborais e nomeadamente as Comissões de Trabalhadores seriam muito úteis se estivessem a fazer um trabalho mais técnico, apresentando propostas de valor para os colaboradores que representam, muitas delas, por vezes até sem custos para as empresas. As empresas até agradeciam! Ganhariam outra credibilidade, outra confiança.
Para este início de Ano, lanço-vos o desafio da Cooperação! Para bem do Emprego, das Empresas, da Economia, da Sociedade, no fundo de todos nós.
É assim tão difícil mudar a atitude e os comportamentos meus Senhores ? Não percebem o que estão a por em causa ?... os Empregos e o "Sustento" daqueles que deveriam defender!
Bom Ano!
sexta-feira, janeiro 06, 2012
O Gestor em 2012
O presente ano requer desafios de gestão, mas representa oportunidades para os líderes crescerem enquanto gestores de pessoas.
Partilho algumas daquelas que me parecem mais importantes:
- Ser honesto e generoso nos elogios – não custa dinheiro, e todos gostam de receber.
- Dar responsabilidade ao staff – muitas vezes as chefias intermédias e os supervisores são “o problema”. Solução: “livrar-se de supervisores”.
- Torne as suas ideias as da sua equipa. As pessoas detestam receber ordens. Envolva-as, pergunte-lhes a opinião, ponha-as a participar.
- Não diga que o colaborador está errado. Ninguém gosta de ser criticado pela negativa. Procure de forma indirecta ajudar a pessoa a aprender com os erros. Tem alguma ideia de como poderia fazer diferente e melhor ? Converse sempre com vista a soluções e nunca aponte o dedo!
- Torne cada um dos seus colaboradores um líder. Aproveite o melhor de cada colaborador e mostre-lhe que tem que ser um exemplo para os outros.
- Convide os seus colaboradores para almoçar. Surpreenda-os. É sempre uma forma simples de manter uma boa relação e de dar feed-back sobre o trabalho.
- Reconheça o mérito e dê pequenas recompensas. Pode ser feito de várias formas, o importante é que todos percebam que existe uma verdadeira meritocracia.
- Encontros de grupo. Organizar festas de grupo, verdadeiramente informais -não no ambiente cínico a que nos habituámos nas festas de natal -, como aniversários, pic nics, intervalos para lanche, são extremamente importantes para se criar um espírito de grupo com o líder. “Ele é um dos nossos”.
- Partilhe os sucessos e insucessos. Um forte factor de desmotivação é o sentimento de distância e de “usou, já não precisa”. Em muitos casos é injusto e acontece simplesmente porque o líder não dá atenção a este aspecto, tão importante.
- Acompanhe mais de perto os seus colaboradores. Planeie, oriente e acompanhe ao longo do tempo os seus colaboradores, com palavras de incentivo e de estímulo, com a disponibilidade necessária para ajudar.
quarta-feira, novembro 23, 2011
Meritocracia: precisa-se! (para recordar)

Estando atento aos diversos acontecimentos da nossa sociedade, política e economia, parece-me, infelizmente, muito actual e presente o discurso de Nicolau Maquiavel de alerta ao povo para os perigos da “tirania”.
Ele escreveu na sua obra mais mediática, "O Príncipe", "...porém, a maneira como se vive está tão afastada da maneira como se devia viver, que aquele que deixa aquilo que se faz por aquilo que deveria fazer-se aprende mais a perder-se que a salvar-se, porque um homem que queira em tudo professar o bem arruina-se entre tantos que não são bons". Não será este o maior problema da nossa sociedade? Uma total inversão dos verdadeiros valores!
Bom, apesar deste contexto eu sonho com uma realidade de ética no trabalho. O período anterior à presente crise falava-nos de um mundo de trabalho pragmático, objectivo, técnico e privado de moral, como pudemos constatar. Agora, julgo que se começa a sentir a necessidade de novos comportamentos, mais éticos, e sobretudo no ambiente de trabalho. É tempo de entrarmos na era da humanização, no primado das pessoas, em que é privilegiado o desenvolvimento da identidade pessoal nas várias experiências profissionais e empresariais. Por isso, nunca como agora, foi tão importante a atenção às relações psicológicas interpessoais, à gestão de conflitos, às técnicas de motivação e à tentativa de fortalecimento das personalidades dos colaboradores. Estará o(a) estimado(a) leitor(a) a pensar, mas primeiro temos que salvar a empresa, ter um balanço robusto e equilibrado, que permita a competitividade a médio prazo. E eu estou plenamente de acordo com essa prioridade, mas simplesmente acredito que é insuficiente se não houver uma maior consciência ética. Não podemos ver o problema como mera sobrevivência, mas também no papel que uma empresa poderá ter na expressão de talentos individuais, na realização de sonhos, alimentando motivações, força, energia e entusiasmo que poderá servir de inspiração a comportamentos éticos e tornar-se num "projecto maior", onde todos são elementos activos, onde podem crescer e desenvolver continuamente as capacidades pessoais e organizacionais. E estas mudanças têm que partir do topo. Dos gestores, dando o exemplo e incentivando uma nova cultura empresarial, que deverá ser muita mais aberta, flexível e exigente. Para isso é fundamental que se implemente uma gestão com base na meritocracia, assente no mérito das pessoas, onde as posições hierárquicas são conquistadas com base no merecimento e com uma predominância de valores associados à educação, formação e competência. Este desafio de que falamos é enorme, pois quase implica uma conversão do "coração do Homem", mas é necessário para evoluirmos e nos tornarmos uma sociedade e uma geração em que os nossos filhos e os nossos netos se orgulhem. E nunca é tarde, vejamos o recente caso de Susan Boyle, de 47 anos, desempregada, que emocionou o mundo com a sua humildade no programa "Britain's got talent". Recebida com cinismo, risos e desconfiança, pela sua modesta aparência, ela exaltou o público e calou o júri quando começou sua interpretação de ‘I dreamed a dream', do musical "Les miserables". É um exemplo claro de como a nossa sociedade faz juízos de valor antes do tempo. E isto não acontece apenas em programas de entretenimento, é usual entre grupos, em organizações, nas empresas, na política, ... faz parte das nossas vidas. Mas tem que ser erradicado.
Já reparou que o trabalho nas empresas, de um modo geral, tornou-se num lugar agressivo, mau, esgotante, fonte de angústias e depressões ? O colega é sempre um inimigo potencial, a comunicação é falseada, não é autêntica e para se fazer carreira é de algum modo necessário boicotar a dos outros colegas. Ora, há muito tempo que o trabalho já não é fonte de auto-realização, de expressão das capacidades individuais, que não é sustentado por motivações pessoais. Para inverter esta situação é necessário que no topo das empresas se comece também a dar importância a estes temas e definir como uma das principais prioridades a meritocracia.
Ele escreveu na sua obra mais mediática, "O Príncipe", "...porém, a maneira como se vive está tão afastada da maneira como se devia viver, que aquele que deixa aquilo que se faz por aquilo que deveria fazer-se aprende mais a perder-se que a salvar-se, porque um homem que queira em tudo professar o bem arruina-se entre tantos que não são bons". Não será este o maior problema da nossa sociedade? Uma total inversão dos verdadeiros valores!
Bom, apesar deste contexto eu sonho com uma realidade de ética no trabalho. O período anterior à presente crise falava-nos de um mundo de trabalho pragmático, objectivo, técnico e privado de moral, como pudemos constatar. Agora, julgo que se começa a sentir a necessidade de novos comportamentos, mais éticos, e sobretudo no ambiente de trabalho. É tempo de entrarmos na era da humanização, no primado das pessoas, em que é privilegiado o desenvolvimento da identidade pessoal nas várias experiências profissionais e empresariais. Por isso, nunca como agora, foi tão importante a atenção às relações psicológicas interpessoais, à gestão de conflitos, às técnicas de motivação e à tentativa de fortalecimento das personalidades dos colaboradores. Estará o(a) estimado(a) leitor(a) a pensar, mas primeiro temos que salvar a empresa, ter um balanço robusto e equilibrado, que permita a competitividade a médio prazo. E eu estou plenamente de acordo com essa prioridade, mas simplesmente acredito que é insuficiente se não houver uma maior consciência ética. Não podemos ver o problema como mera sobrevivência, mas também no papel que uma empresa poderá ter na expressão de talentos individuais, na realização de sonhos, alimentando motivações, força, energia e entusiasmo que poderá servir de inspiração a comportamentos éticos e tornar-se num "projecto maior", onde todos são elementos activos, onde podem crescer e desenvolver continuamente as capacidades pessoais e organizacionais. E estas mudanças têm que partir do topo. Dos gestores, dando o exemplo e incentivando uma nova cultura empresarial, que deverá ser muita mais aberta, flexível e exigente. Para isso é fundamental que se implemente uma gestão com base na meritocracia, assente no mérito das pessoas, onde as posições hierárquicas são conquistadas com base no merecimento e com uma predominância de valores associados à educação, formação e competência. Este desafio de que falamos é enorme, pois quase implica uma conversão do "coração do Homem", mas é necessário para evoluirmos e nos tornarmos uma sociedade e uma geração em que os nossos filhos e os nossos netos se orgulhem. E nunca é tarde, vejamos o recente caso de Susan Boyle, de 47 anos, desempregada, que emocionou o mundo com a sua humildade no programa "Britain's got talent". Recebida com cinismo, risos e desconfiança, pela sua modesta aparência, ela exaltou o público e calou o júri quando começou sua interpretação de ‘I dreamed a dream', do musical "Les miserables". É um exemplo claro de como a nossa sociedade faz juízos de valor antes do tempo. E isto não acontece apenas em programas de entretenimento, é usual entre grupos, em organizações, nas empresas, na política, ... faz parte das nossas vidas. Mas tem que ser erradicado.
Já reparou que o trabalho nas empresas, de um modo geral, tornou-se num lugar agressivo, mau, esgotante, fonte de angústias e depressões ? O colega é sempre um inimigo potencial, a comunicação é falseada, não é autêntica e para se fazer carreira é de algum modo necessário boicotar a dos outros colegas. Ora, há muito tempo que o trabalho já não é fonte de auto-realização, de expressão das capacidades individuais, que não é sustentado por motivações pessoais. Para inverter esta situação é necessário que no topo das empresas se comece também a dar importância a estes temas e definir como uma das principais prioridades a meritocracia.
Artigo publicado hoje no Diário Económico:
sexta-feira, julho 22, 2011
É preciso força!
Os tempos que vivemos são difíceis! Mas podem representar uma oportunidade para alterarmos o nosso modelo de vida na sua estrutura. Implica rupturas e mudanças por vezes pouco "queridas", mas necessárias. Como alguém dizia no passado, "deixem-nos governar". E acho que depois das recentes eleições temos que dar um voto de confiança ao governo. Boa sorte!
sexta-feira, abril 15, 2011
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