Os dados que permitem obter as informações necessárias sobre os mercados e os consumidores podem ter origem em duas fontes: as fontes primárias, originadas pelo próprio investigador com o objectivo de os dados serem utilizados no projecto em vista, e as fontes secundárias, isto é, dados, oficiais e/ou oficiosos, recolhidos com outras finalidades mas que são relevantes para o projecto. Inspirational Marketing and Sales, Leadership and Results Oriented Management are the purpose!
segunda-feira, maio 28, 2007
As Fontes de Informação
Os dados que permitem obter as informações necessárias sobre os mercados e os consumidores podem ter origem em duas fontes: as fontes primárias, originadas pelo próprio investigador com o objectivo de os dados serem utilizados no projecto em vista, e as fontes secundárias, isto é, dados, oficiais e/ou oficiosos, recolhidos com outras finalidades mas que são relevantes para o projecto. Note-se que estas duas fontes de informação não devem ser vistas como “opostas”, isto é, recorre-se a uma ou a outra; elas são complementares e a resposta à pergunta onde posso obter a informação de que necessito é que é determinante e depende de muitos factores; depende, obviamente e em primeiro lugar, dos objectivos do trabalho, da rapidez com que se necessita dos dados e até, das limitações financeiras.
quinta-feira, maio 17, 2007
Estudos de Mercado
Um pequeno manual escrito por Jack Hamilton para a ESOMAR, já com alguns anos, tem uma das mais felizes definições do que são os estudos de mercado. Diz ele: “Os estudos de mercado consistem em escutar o consumidor”. É isto mesmo… Talvez só lhe acrescentasse: para melhorar a qualidade empresarial das decisões. Agora sim… Os estudos de mercado é ouvir o consumidor para apoiar as decisões empresariais. Numa economia de mercado cada vez mais competitiva é cada vez mais sentida a necessidade de realizar estudos de mercado. Nenhum responsável por produtos, marcas ou serviços se pode dar ao luxo de não possuir informação básica e relevante sobre os mercados em que opera.
Philip Kotler, provavelmente o mais conhecido guru de marketing do mundo, em 1997, no seu livro Marketing para o Século XXI, é claro na definição do amplo papel que os estudos de mercado têm no marketing: “A maioria das pessoas pensa que o marketing é a publicidade e a venda de produtos, quando, na verdade, ele começa muito antes dos produtos existirem e continua muito para lá da sua venda ao público. Compete aos técnicos de marketing descobrir - através dos estudos de mercado – quais os tipos de bens de consumo e serviços que os consumidores necessitam e empreender toda uma série de tarefas - desenvolvimento e teste de ideias, desenvolvimento dos produtos, testes de mercado, planeamento da distribuição, fixação dos preços, publicidade e venda - que garantam que os produtos certos chegam às mãos dos consumidores certos e podem satisfazer as suas necessidades e exigências. Para executar estas tarefas de modo satisfatório, os profissionais de marketing precisam de estar familiarizados com as questões económicas, administrativas, psicológicas e sociológicas e com os mecanismos de mercado”.
Assim, de forma sintética, pode dizer-se que os estudos de mercado têm a função de “ligar” o consumidor, o cliente, o público em geral ao marketeer através da disponibilização de informação. Essa informação é usada para identificar e definir problemas e oportunidade de mercados, para gerar, refinar e avaliar acções de marketing, para acompanhar o desempenho do marketing, em última instância, para melhorar o entendimento do marketing enquanto processo global. Aos estudos de mercado compete especificar a informação necessária para cada caso, concebendo e desenhando os métodos de recolha, gerindo e implementando esses métodos, analisando e comunicando os resultados.
segunda-feira, maio 07, 2007
Relações Públicas

Apesar da denominação «relações públicas», esta função, dentro da organização, não tem por objectivo relacionar-se com o público em geral, mas com cada público em particular, isto é, com aqueles cujas especificidades os tornam parte do universo da organização.
Desta forma, é importante efectuar uma classificação dos públicos em:
• Internos e Externos – caracterizando-se os internos como o próprio nome indica, por se encontrarem dentro do âmbito da organização, e os externos por estarem fora da mesma;
• Primários, Secundários e Marginais – diferenciando-se cada um deles pelo maior ou menor grau de relevância que possuem para a organização (maior importância conferida aos públicos primários e menor aos marginais);
• Apoiantes, Opositores e Indiferentes – relativamente aos apoiantes, deve exercer-se um esforço constante que vise reforçar as suas crenças; quanto aos opositores, a comunicação a utilizar deve ser suficientemente persuasiva para mudar a sua opinião sobre a organização; finalmente, é importante conquistar os indiferentes, que, por norma, representam a maioria da opinião pública.
Uma outra forma de classificar os públicos é ordená-los de acordo com a sua proximidade face à organização.
sexta-feira, maio 04, 2007
Fotografias do lançamento de livro
quarta-feira, abril 18, 2007
Marketing editorial: "o Portão do Corvo"

Para promover o lançamento do livro "O Portão do Corvo", que está nas bancas desde 2 de Abril, vários ardinas à moda antiga apregoavam na rua "Extra! Extra!" chamando a atenção para os diversos assassínios relatados no livro. Esta acção decorreu durante 4 dias em Lisboa e no Porto e captou a atenção de muitos curiosos que não hesitaram em parar e observar toda a campanha de promoção.
Muitas das pessoas que iam na rua só se aperceberam que se tratava da promoção do livro após a leitura do Jornal (ficticio) criado para o efeito que se intitulava de "O Portão do Corvo".
Um bom exemplo de Marketing de Guerrilha!
As Edições Gailivro recorreram ao Marketing de Guerrilha para promover esta obra e assim interagir com o seu público alvo na rua.
Para saber mais sobre esta campanha consulte:
www.opoderdosguardiaes.blogspot.com ou http://www.rubbishinformation.blogspot.com/ onde terá acesso a imagens e fotos da campanha.
segunda-feira, abril 16, 2007
Expresso / Ideias em Estante: Em conversa com os autores

‘Marketing Inovador - Temas Emergentes’ (Universidade Católica Editora, 165 páginas, €19,50) é uma obra onde “tentamos apresentar ideias e conceitos que não sejam apenas uma moda. Isto é, que já tenham passado o teste do tempo”, diz Paulo Gonçalves Marcos, um dos autores deste livro, referindo-se a ideias que podem ser aplicadas em economias como a portuguesa.
Segundo este autor, licenciado em economia (UCP), mestre em Gestão (UNL) e doutorando em Ciência Politica (UCP), nesta obra entende-se por Marketing Inovador “as formas inovadoras de fazer marketing e não o marketing das invenções”.
Para o outro autor, Bruno Valverde Cota, também professor e doutorado em Gestão de Empresas (Universidade de Évora), a razão de lançamento do livro é simples: “Eu julgo que havia uma oportunidade clara: nós temos vários manuais de marketing - e, temos alguns livros de casos práticos nesta área - e no fundo o nosso desafio foi conseguir integrar aspectos académicos e teóricos com uma componente mais pragmática”. O livro, dividido em duas partes, apresenta na primeira conceitos teóricos; na segunda ilustra e retira ilações sobre os mesmos. Entre os casos apresentados, destaque para o marketing das ONG, para os casos da Harley Davidson, do filme ‘A Paixão de Cristo’ ou até do Sporting.
sexta-feira, março 30, 2007
Lançamento Marketing Inovador...que sucesso

Foi de facto magnifico, alguém disse "Inovador", ter um Palácio, como o de Belmonte, completamente cheio, eu diria "a barrotar". Foram mais de duzentas pessoas aquelas que estiveram ontem a assistir ao lançamento do livro "Marketing Inovador". Que sucesso...
Desde jornalistas, a CEO's, a políticos, a directores, a quadros intermédios e a alunos ou simplesmente profissionais de marketing, amigos ou mentes curiosas, todos assistiram às intervenções anunciadas do Professor Zorrinho, Professor Borges Assunção, Prof. Luísa Leal de Faria (Vice-reitora) e dos autores.
Parabéns à Universidade Católica Editora e a todos os presentes o nosso muito obrigado.
quinta-feira, março 29, 2007
"Marketing Inovador" - dia D

É hoje, dia 29 de Março, quinta-feira, pelas 18h30-20h00 que será lançado o livro "Marketing Inovador", da Universidade Católica Editora, no Palácio Belmonte.
www.palaciobelmonte.com
www.palaciobelmonte.com
Páteo Dom Fradique,14
1100-624 LISBOA
Teremos um BusShuttle para levar os interessados entre o parque de estacionamento (Portas do Sol) e o Palácio.
Contamos consigo!
Dois ilustres amigos (Professores Doutores Carlos Zorrinho e João Borges Assunção) farão uma alocução a que se seguirão tb breves intervenções dos dois autores e a habitual sessão de autógrafos.
www.marketinginovador.com
1100-624 LISBOA
Teremos um BusShuttle para levar os interessados entre o parque de estacionamento (Portas do Sol) e o Palácio.
Contamos consigo!
Dois ilustres amigos (Professores Doutores Carlos Zorrinho e João Borges Assunção) farão uma alocução a que se seguirão tb breves intervenções dos dois autores e a habitual sessão de autógrafos.
www.marketinginovador.com
quarta-feira, março 28, 2007
Marketing Inovador - amanhã lançamento de livro

Recordo que será já amanhã, dia 29 de Março, quinta-feira, pelas 18h30-20h00 que será lançado o livro "Marketing Inovador".
Como prometido em lugar de eleição, no Palácio Belmonte.
www.palaciobelmonte.com
Como prometido em lugar de eleição, no Palácio Belmonte.
www.palaciobelmonte.com
Páteo Dom Fradique,14
1100-624 LISBOA
Teremos um BusShuttle para levar os interessados entre o parque de estacionamento (Portas do Sol) e o Palácio.
Contamos consigo!
Dois ilustres amigos (Professores Doutores Carlos Zorrinho e João Borges Assunção) farão uma alocução a que se seguirão tb breves intervenções dos dois autores e a habitual sessão de autógrafos.
Entrementes os teasers sobre o livro têm vindo a sair em coluna de opinião no Diário Económico, no blogue e são publicados no site de apoio ao livro (www.marketinginovador.com).
1100-624 LISBOA
Teremos um BusShuttle para levar os interessados entre o parque de estacionamento (Portas do Sol) e o Palácio.
Contamos consigo!
Dois ilustres amigos (Professores Doutores Carlos Zorrinho e João Borges Assunção) farão uma alocução a que se seguirão tb breves intervenções dos dois autores e a habitual sessão de autógrafos.
Entrementes os teasers sobre o livro têm vindo a sair em coluna de opinião no Diário Económico, no blogue e são publicados no site de apoio ao livro (www.marketinginovador.com).
quinta-feira, março 22, 2007
Quem não tem dinheiro… já pode ter “vícios”!

Sabia que cerca de dois terços da população mundial aufere anualmente menos de 1.100€? Sabia que é possível elevar o patamar do poder de compra dos povos de países emergentes como a China, Índia, Filipinas, México e Brasil? Um estudo realizado por C.K. Prahalad da Michigan Business School e Allen Hammond do World Resources Institute, concluiu que os 18 países emergentes mais populosos acolhem 680 milhões de famílias com rendimentos anuais inferiores a 6.000€. Estas famílias representam conjuntamente uma massa crítica da dimensão do PNB da Alemanha - ganham por ano cerca de 1.4 milhares de milhões de euros.
Efectivamente, o poder de compra existe nestes mercados, mas em parcelas diferentes do que nos EUA, Europa ou Japão, onde as populações auferem 20 a 30 vezes mais. A pensar neste mercado, e apesar de na maioria dos casos os seus produtos e serviços serem inacessíveis financeiramente, algumas empresas têm dedicado os seus esforços de marketing nas micro-vendas. Na prática, estas vendas permitem a consumidores menos favorecidos, supostamente habitantes de países em via de desenvolvimento, adquirirem produtos apenas acessíveis a consumidores de países mais desenvolvidos e ricos. Entramos na era do “Sachet Marketing”. A essência desta nova tendência do marketing reside em ajudar as empresas a colocarem os seus produtos no mercado pensando pequeno, mas em quantidades grandes, sem perder o enfoque na marca. A gigante “Unilever” apresenta soluções ilustrativas na sua gama de detergentes, sabão e champô, para o Brasil, Índia, Filipinas e Tanzânia, onde por exemplo o sabonete é vendido em unidades reduzidas e a preços que rondam alguns cêntimos de Euro. A operadora “Telco” incentiva os Filipinos com um regime de “pré-pagos” que também permite ao cliente vender os créditos não utilizados a terceiros. O “Smart Buddy System” pode render aos seus utilizadores margens de 15%.
Então, o “Sachet Marketing” dirige-se principalmente a clientes com vontade de consumir, mas com dificuldades financeiras. Para o efeito, as empresas que o utilizam recorrem a micro-empréstimos, a porções reduzidas do produto ou serviço, leasing e opções de revenda de parte ou da totalidade do bem. Por exemplo, a “Whirlpool” penetrou nestes mercados através de uma gama de electrodomésticos estilizados e de baixo preço. Já a Microsoft, por apenas 33€, lançou o “XPLite”, com atributos inferiores ao “XP normal”, ao nível da resolução gráfica, opções de network e capacidade de multi-tarefas. Por outro lado, o “Citibank” na Índia foi o primeiro banco a ter a iniciativa de abrir contas “online-only”. Apenas por acesso via Internet, pequenos aforradores, com menos de 20€ podem subscrever estas contas especiais que funcionam exclusivamente via ATM, Internet e telefone. No primeiro ano abriram-se mais de um milhão de contas.
Todavia, é interessante que o “Sachet Marketing” está a ter igual sucesso nos países mais ricos. A Procter & Gamble e a Kraft Foods têm vendido nos E.U.A. os seus produtos em pequenas porções, como forma de combate à obesidade e de controlo de peso. A meu ver, novas oportunidades se abrem também em mercados como Portugal. Se, por exemplo, viaja muito, já pensou nas vantagens destes produtos? Podendo levar o que precisa, a um menor preço, e ocupando menos espaço.
Em suma, esta “nova fórmula” permite servir um produto ou serviço em porções mais económicas, o que nos tempos que correm é útil a todos nós. Fica a dica para as empresas e consumidores portugueses…
Artigo publicado hoje no Jornal de Negócios
terça-feira, março 20, 2007
A propósito de OPA's
Num quadro de uma OPA, como o recente caso da Sonae com a PT, é fundamental que o seu benefício seja apresentado de forma explícita, como um benefício para os consumidores, de modo a que estes se sintam implicados na “operação”. Já Montaigne escreveu “a palavra é metade de quem a diz e metade de quem a escuta”.Assim, numa situação de OPA, é fundamental que na projecção da sua comunicação se considere como poderá o público (e os media) reagir à mensagem que se pretende emitir. Para que o objectivo desta comunicação se cumpra é essencial que os destinatários a processem da forma pretendida, sem o que as suas percepções e atitudes não serão afectadas. Claramente, a credibilidade é um dos pontos-chave. Qualquer pessoa pode falar sobre a OPA. O que é verdadeiramente difícil é lograr credibilidade, e essa provém normalmente da comunicação indirecta, ou seja, daquilo que é mais insinuado do que dito. Da opinião dos jornalistas, dos comentadores, dos especialistas … do público em geral!
Se os destinatários são convidados a irem para além do óbvio, abre-se a porta para o processamento activo da informação, o que permite um envolvimento com a comunicação e, certamente, um envolvimento maior com tudo que envolva a OPA. Todavia, é indispensável que a mensagem seja rica de conteúdo e susceptível de ser analisada e interpretada. Por isso, uma comunicação deste género, ao apelar para a inteligência e interesse do público, induz os seus destinatários a “completarem a mensagem” e de decidir o seu significado e destino final, o que me parece mais eficaz para uma melhor compreensão como aceitação da mensagem.
Refira-se que o sucesso de uma comunicação de OPA decorre também do uso que ela tem e do modo como os destinatários reagem e actuam em função dela. E aí a capacidade de relacionamento com os “influenciadores” de opinião e a disponibilidade e qualidade da informação são fundamentais. Na língua inglesa chama-se a isso “Publicity”, conceito diferente do vulgarmente conhecido de Relações Públicas. O significado deste novo conceito é quase como uma “boa publicidade grátis”, ou seja, a empresa consegue que os media veiculem mensagens não pagas abonatórias sobre a OPA. Aqui o rigor e a forte capacidade de gestão no relacionamento com os meios de comunicação social é preponderante para que se obtenha a exposição pública pretendida. Aguardaremos as próximas OPA's…
segunda-feira, março 19, 2007
Dia 29.03.2007 pelas 18h30 no Palácio Belmonte

Recordamos que será no próximo dia 29 de Março, quinta-feira, pelas 18h30-20h00 que o Doutor Bruno Valverde Cota e o Dr. Paulo Gonçalves Marcos lançarão o livro "Marketing Inovador".
Como prometido em lugar de eleição, no Palácio Belmonte.
www.palaciobelmonte.com
Como prometido em lugar de eleição, no Palácio Belmonte.
www.palaciobelmonte.com
Páteo Dom Fradique,14
1100-624 LISBOA
Teremos um BusShuttle para levar os interessados entre o parque de estacionamento (Portas do Sol) e o Palácio.
Reserve já na sua agenda.
Dois ilustres amigos (Professores Doutores Carlos Zorrinho e João Borges Assunção) farão uma alocução a que se seguirão tb breves intervenções dos dois autores e a habitual sessão de autógrafos.
Entrementes os teasers sobre o livro têm vindo a sair em coluna de opinião no Diário Económico e são publicados no blogue de apoio ao livro (www.marketinginovador.blogspot.com).
sexta-feira, março 16, 2007
Reserve dia 29 de Março na sua agenda
quinta-feira, março 15, 2007
Forum: comentários ao artigo do DE
Deixo-vos alguns dos comentários ao artigo publicado ontem no DE.
Se ainda não comentou o artigo faça-o agora aqui:
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/749419.html
Comentários
Bernardo A.
É indiscutivel que a publicidade é cara e nos tempos que correm pouco eficaz. O desafio está em se encontrar novas formas de comunicar que entrem no "coração" do consumidor. Concordo que cada vez mais deverá haver um apelo à emoção... mas isto é só uma parte do todo.
Victor Cruz (victor.cruz@telware.pt)
Brilhante...
Mário Marques (mariomarques@netcabo.pt)
Boa abordagem ao tema. Sugiro que seja o primeiro capítulo, visto o tema ser tão vasto e aliciante.
NapoLeão
Actualmente as estratégias de marketing já contemplam formas excelentes de comunicação. Só que falha...o poder de compra dos portugueses. Mas vale a pena...ir tentando !
Magda Reis (magdaccreis@hotmail.com)
Realmente nos dias de hoje as pessoas estão cada vez mais saturadas com a quantidade de publicidade com que se deparam. Dentro deste contexto, utilizar novas formas de captar a atenção do consumidor é algo que se tornou uma necessidade por parte de cada marca. Cada vez mais publicidade, cada vez mais concorrência e consumidores cada vez mais exigentes, fazem com que comunicar de forma eficaz se torne um grande desafio p os anunciantes. Na minha opinião, esta situação acaba por ser muito positiva, já que provoca mudanças, obrigando a evolução e desenvolvimento de algo, neste caso, a comunicação.
Alentejano
Um bom artigo,sem dúvida..Mas Dr.,aquela do BES,de pôr o José Pedro a falar com o "burro" (euribor),não lembra ao diabo,não concorda..Além de outros,claro..Fazem de NÒS,parvos,acredite..
Alice das Maravilhas
Actualmente assiste-se,a um maior numero de alunos universitários a frequentarem cursos de marketing. O problema do marketing é atingir o maior numero possivel de franjas de mercado, este encontra-se cada vez mais pulverizado,o que obrigará a satisfazer cada vez mais a procura de pequenos grupos de consumidores.O marketing de hoje trabalha no "customazition on demand"
Silvia Alexandra Correia
Sem dúvida, a publicidade que faz hoje em dia nos meios de comunicação tradicionais, além de envolverem um grande investimento, por vezes em vão, de certa forma começa a saturar, pois ninguem gosta de ser interrompido por anúncios no meio daquele programa que tanto se gosta. A comunicação não tradicional, pode revelar uma grande oportunidade para chamar a atenção do público, pois deve ter maior impacto ver a promoção deste ou daquele produto que usamos em casa numa novela ou qualquer outro programa do que nos anúncios tradicionais.
Mário Silva (m_andre_s@msn.com)
Com a exigência dos consumidores a aumentar, cultura e etc, não estão disponiveis para ver publicidade dai em parte o declinio da publicidade na Televisao. Sendo natural que se tente caminhos pouco ortodoxos, para cativar clientes, sempre com bons resultados.
Paulo A.
Estamos perante um tema da actualidade e cada vez com maior relevância. Penso que o final do artigo publicado ficou em aberto para uma nova publicação, utilizando certamente o mesmo tipo de linguagem clarificada e qualidade dos conteúdos a que já nos habituou.
Leonel Santos (leonel-santos@sapo.pt)
Tenho o gosto de ter o Dr. Bruno Valverde Cota como professor numa disciplina de Marketing Bancário, e acreditem este senhor é incrivel. Posso até considera-lo como um GURO de Marketing. Dr. Bruno Cota, parabens pelo seu trabalho.
BVC:Resposta ao leitor Alentejano (bmcota@marketingfaculty.com)
Caro Leitor já Aristóteles dizia que "o riso é próprio do homem”. Permita-me que considere o exemplo que referiu um bom caso.Com um burro que ouve “senta”, mas “sobe”, e que ouve “desce” e definitivamente não “obedece”, este banco procura apelar ao crédito habitação com taxa fixa, numa fase em que a tendência da Euribor (a taxa e pelos vistos também o “burro”) é para subir.A utilização do humor imprime um novo tom à comunicação. O enfoque principal deixou de ser o produto e passou a ser o consumidor. Como? Através da surpresa, do imprevisto e do toque emocional.Todavia, a eficiência do humor na comunicação estará no balanço correcto da utilização da hipérbole e do humor com a realidade dos factos. Muito obrigado pelo seu comentário.Bruno Valverde Cota
João Rodrigues (joaocvrodrigues@netcabo.pt)
Tema muito actual e de grande relevância. É de facto necessario encontrar novas formas de fazer a mensagem chegar ao cliente mas de uma forma que não seja o "vencer pela persistencia", mas sim pela eficácia e alegria da mensagem em si! Agora está na mão dos criativos reinventar novas formas de o conseguir! Cumprimentos. JR
Se ainda não comentou o artigo faça-o agora aqui:
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/749419.html
Comentários
Bernardo A.
É indiscutivel que a publicidade é cara e nos tempos que correm pouco eficaz. O desafio está em se encontrar novas formas de comunicar que entrem no "coração" do consumidor. Concordo que cada vez mais deverá haver um apelo à emoção... mas isto é só uma parte do todo.
Victor Cruz (victor.cruz@telware.pt)
Brilhante...
Mário Marques (mariomarques@netcabo.pt)
Boa abordagem ao tema. Sugiro que seja o primeiro capítulo, visto o tema ser tão vasto e aliciante.
NapoLeão
Actualmente as estratégias de marketing já contemplam formas excelentes de comunicação. Só que falha...o poder de compra dos portugueses. Mas vale a pena...ir tentando !
Magda Reis (magdaccreis@hotmail.com)
Realmente nos dias de hoje as pessoas estão cada vez mais saturadas com a quantidade de publicidade com que se deparam. Dentro deste contexto, utilizar novas formas de captar a atenção do consumidor é algo que se tornou uma necessidade por parte de cada marca. Cada vez mais publicidade, cada vez mais concorrência e consumidores cada vez mais exigentes, fazem com que comunicar de forma eficaz se torne um grande desafio p os anunciantes. Na minha opinião, esta situação acaba por ser muito positiva, já que provoca mudanças, obrigando a evolução e desenvolvimento de algo, neste caso, a comunicação.
Alentejano
Um bom artigo,sem dúvida..Mas Dr.,aquela do BES,de pôr o José Pedro a falar com o "burro" (euribor),não lembra ao diabo,não concorda..Além de outros,claro..Fazem de NÒS,parvos,acredite..
Alice das Maravilhas
Actualmente assiste-se,a um maior numero de alunos universitários a frequentarem cursos de marketing. O problema do marketing é atingir o maior numero possivel de franjas de mercado, este encontra-se cada vez mais pulverizado,o que obrigará a satisfazer cada vez mais a procura de pequenos grupos de consumidores.O marketing de hoje trabalha no "customazition on demand"
Silvia Alexandra Correia
Sem dúvida, a publicidade que faz hoje em dia nos meios de comunicação tradicionais, além de envolverem um grande investimento, por vezes em vão, de certa forma começa a saturar, pois ninguem gosta de ser interrompido por anúncios no meio daquele programa que tanto se gosta. A comunicação não tradicional, pode revelar uma grande oportunidade para chamar a atenção do público, pois deve ter maior impacto ver a promoção deste ou daquele produto que usamos em casa numa novela ou qualquer outro programa do que nos anúncios tradicionais.
Mário Silva (m_andre_s@msn.com)
Com a exigência dos consumidores a aumentar, cultura e etc, não estão disponiveis para ver publicidade dai em parte o declinio da publicidade na Televisao. Sendo natural que se tente caminhos pouco ortodoxos, para cativar clientes, sempre com bons resultados.
Paulo A.
Estamos perante um tema da actualidade e cada vez com maior relevância. Penso que o final do artigo publicado ficou em aberto para uma nova publicação, utilizando certamente o mesmo tipo de linguagem clarificada e qualidade dos conteúdos a que já nos habituou.
Leonel Santos (leonel-santos@sapo.pt)
Tenho o gosto de ter o Dr. Bruno Valverde Cota como professor numa disciplina de Marketing Bancário, e acreditem este senhor é incrivel. Posso até considera-lo como um GURO de Marketing. Dr. Bruno Cota, parabens pelo seu trabalho.
BVC:Resposta ao leitor Alentejano (bmcota@marketingfaculty.com)
Caro Leitor já Aristóteles dizia que "o riso é próprio do homem”. Permita-me que considere o exemplo que referiu um bom caso.Com um burro que ouve “senta”, mas “sobe”, e que ouve “desce” e definitivamente não “obedece”, este banco procura apelar ao crédito habitação com taxa fixa, numa fase em que a tendência da Euribor (a taxa e pelos vistos também o “burro”) é para subir.A utilização do humor imprime um novo tom à comunicação. O enfoque principal deixou de ser o produto e passou a ser o consumidor. Como? Através da surpresa, do imprevisto e do toque emocional.Todavia, a eficiência do humor na comunicação estará no balanço correcto da utilização da hipérbole e do humor com a realidade dos factos. Muito obrigado pelo seu comentário.Bruno Valverde Cota
João Rodrigues (joaocvrodrigues@netcabo.pt)
Tema muito actual e de grande relevância. É de facto necessario encontrar novas formas de fazer a mensagem chegar ao cliente mas de uma forma que não seja o "vencer pela persistencia", mas sim pela eficácia e alegria da mensagem em si! Agora está na mão dos criativos reinventar novas formas de o conseguir! Cumprimentos. JR
quinta-feira, março 08, 2007
…e o futuro está já aí!

O tempo passou depressa… e quando me apercebi… passaram seis meses desde o início desta coluna. Aliás, o mundo como vimos diariamente está em constante mudança. As empresas todos os dias mudam e se adaptam. As pessoas constantemente aprendem e se transformam. A vida muda. Os objectivos e as preocupações mudam. Mas, ainda bem que assim é! Tudo isto, o bom e o mau, faz-nos crescer, amadurecer e no fundo, para mim, o importante é continuar a caminhar, a construir, a fazer coisas.
Neste momento particular, gostaria de recordar as palavras de José Martí, apóstolo e mártir da independência de Cuba, que escreveu que “o homem durante a sua vida deve plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro”. Ora, eu já plantei algumas árvores, escrevi vários livros e recentemente tive também a felicidade e o prazer de sentir o amor de pai. A vida muda… e se muda! Por exemplo, é a primeira vez que escrevo um artigo de opinião com “música de fundo”. Mas o prazer e a emoção são acrescidos. É o que acontece quando se trata de crianças. Para as empresas é indiscutível que as crianças hoje constituem um enorme “mercado” potencial. E, ainda mais, interessante é que pode ser visto como três “mercados” distintos: um mercado actual, primário (gastam o seu próprio dinheiro na satisfação das suas próprias necessidades), um mercado de influência (levam os pais a consumir, de acordo com as suas necessidades) e um mercado futuro (para todos os bens e serviços).
Sendo assim parece-me relevante elencar algumas tendências que tornam este mercado apetecível:
a) Existem mais fontes de rendimento por criança: muitas mulheres integraram a vida activa;
b) Existem menos crianças por família: a taxa de fertilidade era de 3.0 crianças por mulher em 1966, desceu para 2.2 em 1982 e em 2005 era de 1.47;
c) Os pais são mais velhos e, geralmente, com mais posses: os pais tendem a ter filhos mais tardiamente (sobretudo pelo facto das mulheres darem prioridade às suas carreiras numa primeira fase) e têm-nos numa fase em que já se encontram mais “folgados” economicamente, acabando por dar mais importância às crianças;
d) As famílias “fracturadas” são cada vez mais frequentes, logo as crianças recebem geralmente um maior número de presentes e uma maior quantidade de dinheiro (dos diversos conjuntos de pais e avós);
e) As famílias mono-parentais são também cada vez mais frequentes (passaram de 204 mil em 1992 para 274 mil em 2004), o que leva a que as crianças atinjam uma maturidade como consumidores mais cedo (tornam-se independentes e auto-suficientes mais cedo em termos de compras) e possam ter uma fonte de rendimento adicional;
f) Os avós tornam-se mais importantes e presentes na vida das crianças, na medida em que os pais se encontram ambos a trabalhar ou que só existe um dos pais: verifica-se que os avós em média tendem a gastar mais por cada criança que os seus pais;
g) Observa-se um crescimento do “sentimento de culpa” por parte dos pais, mais ausentes por se encontrarem a trabalhar ou por serem divorciados ou sozinhos, que os faz gastar mais com as crianças que no passado;
h) Os pais preocupam-se mais com o futuro dos seus filhos, sobretudo devido à incerteza do ambiente económico, e gastam mais em actividades extra-curriculares, em formação adicional, entre outros.
a) Existem mais fontes de rendimento por criança: muitas mulheres integraram a vida activa;
b) Existem menos crianças por família: a taxa de fertilidade era de 3.0 crianças por mulher em 1966, desceu para 2.2 em 1982 e em 2005 era de 1.47;
c) Os pais são mais velhos e, geralmente, com mais posses: os pais tendem a ter filhos mais tardiamente (sobretudo pelo facto das mulheres darem prioridade às suas carreiras numa primeira fase) e têm-nos numa fase em que já se encontram mais “folgados” economicamente, acabando por dar mais importância às crianças;
d) As famílias “fracturadas” são cada vez mais frequentes, logo as crianças recebem geralmente um maior número de presentes e uma maior quantidade de dinheiro (dos diversos conjuntos de pais e avós);
e) As famílias mono-parentais são também cada vez mais frequentes (passaram de 204 mil em 1992 para 274 mil em 2004), o que leva a que as crianças atinjam uma maturidade como consumidores mais cedo (tornam-se independentes e auto-suficientes mais cedo em termos de compras) e possam ter uma fonte de rendimento adicional;
f) Os avós tornam-se mais importantes e presentes na vida das crianças, na medida em que os pais se encontram ambos a trabalhar ou que só existe um dos pais: verifica-se que os avós em média tendem a gastar mais por cada criança que os seus pais;
g) Observa-se um crescimento do “sentimento de culpa” por parte dos pais, mais ausentes por se encontrarem a trabalhar ou por serem divorciados ou sozinhos, que os faz gastar mais com as crianças que no passado;
h) Os pais preocupam-se mais com o futuro dos seus filhos, sobretudo devido à incerteza do ambiente económico, e gastam mais em actividades extra-curriculares, em formação adicional, entre outros.
E você, na sua empresa, está atento à importância deste segmento? O futuro está já aí…
Artigo publicado hoje no Jornal de Negócios
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Encontro de Comunicação e Marketing
sexta-feira, janeiro 19, 2007
Marketing Inovador – O caso da Paixão de Cristo e do Grassroot Marketing
Eu e o meu amigo Paulo Marcos iniciamos hoje uma coluna no Diário Económico - Marketing Inovador. Deixo-vos o 1º artigo da autoria do Paulo.
Começamos hoje uma coluna, intitulada de Marketing Inovador, procurando que o leitor embarque na digressão sobre o papel do Marketing na criação de Valor Accionista. E que possa retirar ilações para os agentes económicos portugueses, em geral, e para a sua actividade profissional, em particular.
Imagine que existe um empresário que se propõe produzir e comercializar um produto, em notória fase de obsolescência. Para complicar mais as coisas, um orçamento de cerca de um décimo do que era utilizado, no sector em causa, para a concepção e lançamento de um novo produto. Se lhe pedissem um prognóstico, com base nestes singelos dados, seria de elementar racionalidade pensar num fracasso comercial. Contudo…
Simultaneamente actor, realizador e produtor, Mel Gibson tinha já há um par de anos o sonho de realizar um filme sobre a Paixão de Cristo, com especial ênfase no Calvário.
O desafio a que Gibson se propôs tinha tudo para poder ser rotulado de arrojado: uma história religiosa, género consensualmente aceite que estava longe do goto dos espectadores; com uma dose elevada de violência ; falado em línguas mortas (aramaico e latim). O que estava nas antípodas daquelas que são as regras, aceites, para se conseguir um sucesso de bilheteira: personagens conhecidas; fazendo o espectador sonhar; enredo em torno de um caso de intenso amor; efeitos especiais, ajudando à percepção de grandiosidade da “estória” narrada.
Ao nível da divulgação, o filme teve menos Publicidade e Promoção de Vendas do que era comum. Ao invés do convencional, a produtora recorreu intensamente ao facto do enredo ser inédito, nas décadas precedentes, para capitalizar de forma notória no facto. Gibson conseguiu arregimentar várias personalidades relevantes (líderes religiosos, jornalistas e colunistas) para as sessões de pré exibição ou exibição restrita de versões não finalizadas do filme. Isto permitiu recolher impressões junto de potenciais líderes de opinião e corrigir e adaptar o enredo do filme. Aquilo que se chama na gíria dos Estudos de Mercado de “Pré teste de produto”! Genialmente, aquelas permitiram desencadear um fenómeno de “grassroot marketing”. Ou seja, transformaram os eleitos, para a pré visualização, em verdadeiros agentes promotores do filme, de forma não óbvia nem remunerada!
Em breve começaram a surgir na imprensa (não obstante o pacto de silêncio) pequenas notícias sobre o filme e os seus aspectos mais particulares: o alegado anti semitismo, a violência, o grau de realismo dramático das cenas, as línguas arcaicas em que o filme era falado. Continuando fiel a uma estratégia de distribuição e comunicação de baixo custo, Gibson utilizou intensamente a Internet como canal.
Ferramentas como os sítios amadores ou o oficial, www.thepassionofchrist.com, ajudaram a criar e ampliar o burburinho em torno do filme. Os sítios dos admiradores encorajaram as igrejas a exibirem trailers do filme, colocaram publicidade na Internet e promoveram a venda de bilhetes para grupos (congregações, famílias e amigos). Alguns forneciam tópicos para a realização de sermões nas igrejas, como complemento do filme.
O apelo a um movimento de massas espontâneo podia ser captado, em torna a sua plenitude, no sítio oficial, na secção denominada “spread the word”: “espalhe a mensagem e a Boa Nova. As últimas doze horas do Salvador em filme num cinema perto de si....”.Feitas as contas o filme teve um custo total (produção e promoção) de aproximadamente de $45 milhões de dólares norte-americanos. Contudo, neste caso especifico e em apenas cinco dias, as receitas de bilheteira atingiram $125.2 milhões de dólares. E as receitas mundiais do filme, só em bilheteira, foram de mais de mil milhões de dólares, transformando-o no maior êxito cinematográfico do ano e um dos maiores na história do cinema...
Paulo Gonçalves Marcos
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Bom Ano ...
Ai que prazerNão cumprir um dever.
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
Como tem tempo, não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto melhor é quando há bruma.
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca...
Publicado in Seara Nova, n.º 526, de 11-09-1937
Fernando Pessoa
16-03-1935
domingo, dezembro 24, 2006
sexta-feira, dezembro 08, 2006
Manual de Marketing de Serviços
Aproveite! 1ª edição quase esgotada.
Resumo:
Em Portugal, os serviços tornaram-se o sector mais dinâmico da economia, com o comércio, os transportes e comunicações, o turismo e os serviços financeiros a apresentarem taxas de crescimento muito positivas.
Por outro lado, não se pode separar hermeticamente o marketing de produtos do marketing de serviços, porque cada vez mais de estabelece uma continuidade entre ambos.
O marketing de serviços não pode ser visto apenas como externo, pois a sua componente interna é de crucial importância para o sucesso empresarial. É também essencial investir na interactividade do marketing de serviços, preparando e motivando as pessoas que lidam directamente com os clientes.
Este manual procura apresentar de forma sistemática estas matérias com um enfoque especial nos novos desafios para a qualidade do serviço.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





