Inspirational Marketing and Sales, Leadership and Results Oriented Management are the purpose!
terça-feira, março 14, 2006
Outra OPA ...BCP lança OPA sobre BPI a 5,70 euros, com prémio de 19%
segunda-feira, março 13, 2006
Belmiro de Azevedo é o único português na lista dos mais ricos da Forbes

Outdoor brasileiro que exibia beijo homossexual foi retirado

sábado, março 11, 2006
Bilhetes para o Benfica-Barcelona à venda este sábado
Os bilhetes para o jogo entre o Benfica e o Barcelona, a contar para a 1ª mão dos quartos-de-final da UEFA Champions League, estarão à venda a partir de sábado (11-03-2006) nas bilheteiras dos Estádio da Luz.- Portadores do Cartão Fundador e Centenarium podem adquirir 1 bilhete de acompanhante sem compra de bilhete de Sócio.
- Sócios podem comprar 1 bilhete de acompanhante.
- Não há bilhetes de Público.
- Horário das bilheteiras: 10:00h às 19:00h.
sexta-feira, março 10, 2006
Portugal seleciona as vacas para a sua ediçao da Cow Parade
As famosas vacas, verdadeiros outdoors ambulantes, já estao a ser selecionadas na internet aqui. Em fibra de vidro e em tamanho natural, serão vestidas por diversos artistas portugueses.
Novo ciclo...

«De acordo com a leitura que faço dos poderes presidenciais inscritos na Constituição, considero que o Presidente da República deve acompanhar com exigência a acção governativa e deve empenhar-se decisivamente na promoção de uma estabilidade dinâmica no sistema político democrático», afirmou Cavaco Silva na parte final do seu discurso.
Cavaco Silva deixou ainda o aviso que não fará uma leitura passiva dos seus poderes quando advertiu que «estabilidade política não é um valor em si mesmo».
«A estabilidade é uma condição, não um resultado. E para que a estabilidade não se confunda com imobilismo, é necessário imprimir-lhe um sentido dinâmico e reformista», sublinhou.
quinta-feira, março 09, 2006
Hard discount declaram guerra aos hipermercados
quarta-feira, março 08, 2006
CTT e Fidelidade Mundial lançam seguro só para mulheres
O «Postal M» é um seguro de vida que se destina a precaver situações decorrentes do diagnóstico de doenças graves, nomeadamente cancro da mama ou ginecológico, anunciam os CTT em comunicado.
Este seguro tem uma «excelente relação garantia/preço, com coberturas de elevado valor a um custo bastante inferior aos seguros de vida disponíveis no mercado», refere o mesmo comunicado.
O seguro permite a antecipação de um valor de capital em caso de diagnóstico de doença grave, evitando gastos próprios, disponibilizando ainda o acesso a uma rede internacional de especialistas para uma segunda opinião médica.
O novo seguro, concebido pela Fidelidade Mundial, será o primeiro de uma gama de produtos que «respondem a necessidades específicas de certos segmentos de clientes e procuram acompanhar as várias etapas da vida do cidadão comum», explica a mesma fonte.
Os CTT comercializam este seguro em exclusivo, adicionando-o ao seu vasto portfolio de produtos financeiros, que incluem o pagamento de serviços, de impostos e de contribuições para a segurança social, o serviço de vales e transferências, soluções de financiamento e produtos de poupança e seguros.
terça-feira, março 07, 2006
Net dita rumo da publicidade
segunda-feira, março 06, 2006
O seu TMN é OPTIMUS ?
domingo, março 05, 2006
Mourinho dá a cara pelas rolhas de cortiça portuguesa
A publicidade da Associação Portuguesa de Cortiças (Apcor) visa promover o sector e ajudar a travar o crescimento da utilização de vedantes de plástico e alumínio nas garrafas de vinho. Autor: Catarina Frazão
sexta-feira, março 03, 2006
Empresa de Cervejas da Madeira aposta em Angola

Desenvolvidos pela Ogylvi, os outdoors “espetacoral”, conjuntamente com a presença cada vez mais reforçada de Coral nas superfícies comerciais, têm dado a conhecer aos angolanos o sabor da conhecida cerveja madeirense.
A Empresa de Cervejas da Madeira, ao mesmo tempo que continua a estratégia de implementação dos seus produtos no mercado de Portugal Continental, tem igualmente vindo a apresentar-se em países onde a comunidade portuguesa é numerosa e onde verifica uma necessidade de aceder a produtos portugueses.
quinta-feira, março 02, 2006
A propósito da Comunicação da OPA...
Se os destinatários são convidados a irem para além do óbvio, abre-se a porta para o processamento activo da informação, o que permite um envolvimento com a comunicação e, certamente, um envolvimento maior com tudo que envolva a OPA. Todavia, é indispensável que a mensagem seja rica de conteúdo – como foi o caso -, e susceptível de ser analisada e interpretada. Por isso, uma comunicação deste género, ao apelar para a inteligência e interesse do público, induz os seus destinatários a “completarem a mensagem” e de decidir o seu significado e destino final, o que me parece mais eficaz para uma melhor compreensão como aceitação da mensagem.
Refira-se que o sucesso de uma comunicação de OPA decorre também do uso que ela tem e do modo como os destinatários reagem e actuam em função dela. E aí a capacidade de relacionamento com os “influenciadores” de opinião e a disponibilidade e qualidade da informação são fundamentais. Na língua inglesa chama-se a isso “Publicity”, conceito diferente do vulgarmente conhecido de Relações Públicas. O significado deste novo conceito é quase como uma “boa publicidade grátis”, ou seja, a empresa consegue que os media veiculem mensagens não pagas abonatórias sobre a OPA. Aqui o rigor e a forte capacidade de gestão – como é o exemplo da Sonae -, no relacionamento com os meios de comunicação social é preponderante para que se obtenha a exposição pública pretendida. Aguardaremos os próximos passos…
quarta-feira, março 01, 2006
Design Renova chega ao Harrods
Autor: Maria Espadinha
Fonte: Jornal de Negócios
terça-feira, fevereiro 28, 2006
Zara ganha terreno na guerra pela China
Autor: Mário Barros
Fonte: Público
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
Fula, Galp, Delta, TMN, Super Bock e Caixa Geral...São algumas das marcas em que os portugueses mais confiam

Ao decidirem que alimento elegerem para o seu animal de estimação, os leitores decidem-se pela marca Friskies , que obteve 24% dos votos.
Quando se trata de escolher um produto para a coloração do cabelo (categoria introduzida este ano) a L’Oreal surge no topo da confiança, com 42%.
quarta-feira, fevereiro 22, 2006
Winning
Quem não se esforça e produz está a ser injusto para com os colegas, a manutenção desta injustiça é factor de desmotivação e destrói o espírito de equipa.
é o mais recente livro de J. Welch, com Suzy Welch, sua 3ª mulher e ex-editora da Harvard Business Review.
O objectivo do livro? Responder às questões mais frequentemente colocadas nas suas conferências. E centrando as respostas numa questão essencial: o que é necessário para vencer?
Como explicar o seu sucesso na General Electric?Winning tem um total de 372 páginas, após o ‘best seller’ anterior: ‘Straigth from the gut’ mas a sua mensagem essencial é: meritocracia através de concorrência. Ou como J. Welch gosta de chamar: diferenciação positiva.A vários níveis.
Primeiro: externamente naquilo que J. Welch chama ‘hardware’: todas as divisões que não sejam nº 1s ou 2s no seu negócio, devem ser vendidas (se possível) ou fechadas (se necessário).
Porquê? Porque sendo os recursos escassos eles têm um custo de oportunidade; donde a importância de não distribuir os recursos por vários negócios, mas concentrá-los nos de maior potencial; focar os recursos escassos nas maiores oportunidades.
Há depois a diferenciação interna, no ‘software’, nas pessoas. Durante os seus 20 anos como presidente da GE, J. Welch estava obcecado com 1) contratar os melhores, e 2) criar um sistema de meritocracia interna. Para tal a GE divide anualmente os seus colaboradores em 3 categorias: os As (melhores 20%); os Bs (outros, 70%); e os Cs (piores 10%).Após a diferenciação vem a acção. As estrelas (’top’ 20%) são o alvo de 1) bónus, 2) ‘stock options’, 3) elogios públicos e 4) treino: tudo que encha a carteira e o ego.Os 70% do meio são geridos diferentemente.
O desafio é mantê-los motivados e melhorá-los: a ênfase aqui é no 1) ‘feedback’ de avaliação: concreto e construtivo; além do 2) treino.Os últimos 10% – se a situação se mantiver ano após ano – são dispensáveis.
Segundo J. Welch tal é A) essencial para a empresa e bom para o empregado que vai procurar um emprego onde se realize e lhe dê segurança (em vez de correr o risco de quando tiver 50 anos e ocorrer um ‘downsize’ ser o 1º a ser dispensado); B) quem não se esforça e produz está a ser injusto para com os seus colegas; C) a manutenção desta injustiça é factor de desmotivação; e D) destrói o espírito de equipa.
Em síntese: diferenciação de ‘hardware’ (divisões) e de ‘software’ (pessoas). E os resultados estão à vista: durante os seus 20 anos de presidente, quer a GE quer J. Welch foram repetidamente escolhidos como os melhores (por inquéritos aos gestores da Fortune, Forbes, etc.) e a capitalização de mercado da GE aumentou em 400 biliões de dólares.
terça-feira, fevereiro 21, 2006
Liberdade
Não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
Como tem tempo, não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto melhor é quando há bruma.
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca...
(Fernando Pessoa) Publicado in Seara Nova, n.º 526, de 11-09-1937
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
O “Sonho Português”

SIC estreia nova imagem da informação

quinta-feira, fevereiro 16, 2006
Desemprego
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
Mantorras promove imagem do BPI e do BFA

terça-feira, fevereiro 14, 2006
Vendas, não aplausos
by Jorge Vasconcellos e Sá
Jorge Vasconcellos e Sá, Professor da Universidade Técnica de Lisboa, PhD pela Columbia University
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
CP prepara comboio romântico

sexta-feira, fevereiro 03, 2006
Site ensina crianças a reconhecerem os truques do marketing

O site ensina os mais novos, segundo a Brand Republic, a reconhecer as estratégias de venda das empresas de alimentos e dos supermercados. Na secçao 'Who is messing with my mind?' aponta sete truques de marketing usados pelos responsáveis. Explica, por exemplo, que os responsáveis pelas lojas arrumam os produtos perto dos locais onde se formam as filas "para colocar a tentação ao alcance dos consumidores".
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
As cinco competências críticas do 'marketing'
terça-feira, janeiro 31, 2006
Empresas portuguesas não conseguem reter «talentos»

No caso português, cerca de 87% dos inquiridos revelam que as empresas portuguesas têm como principal preocupação a «retenção de colaboradores chave». O modo mais seguro para as empresas se protegerem é através do desenvolvimento de estratégias que as tornem «atraentes para o talento».
Os resultados em Portugal revelam que as organizações começam agora a despertar para esta temática, pois estão a tornar-se mais pro-activas na gestão das suas necessidades de talento, através de uma variedade de iniciativas.
As organizações na Europa prevêem vir a ter escassez de talentos para Chefias, com 76% dos inquiridos a confirmar que poderão vir a sentir alguma escassez. Tal como em Portugal, as organizações estão menos preocupadas com a disponibilidade de Trabalhadores Indiferenciados, sendo que 51% dos inquiridos afirma não prever qualquer escassez nesta área.
Grande parte das organizações nacionais afirma que a sua grande preocupação assenta na «retenção de colaboradores chave». Este tema, apesar de registar resultados elevados a nível Global (66%) e Europeu (69%), assume particular relevância para a realidade portuguesa (87%).
Em Portugal, o aspecto «gerir trabalhadores globalmente» é também considerado como decisivo para o sucesso das organizações (53%), ao contrário dos resultados globais (24%) e Europeus (25%).
O estudo revela também que o desemprego se mantém presente em todas as economias, sendo mais acentuado em alguns países. No entanto, os resultados indicam que o problema dos talentos está relacionado com a disponibilidade de competências, e não com o número de colaboradores no mercado de trabalho.
A legislação relativa às reformas está a ser revista em alguns países mas, no actual cenário, o número de colaboradores qualificados que abandonam a vida activa no fim da meia-idade é superior aos novos colaboradores recrutados para o preenchimento das suas funções. Mesmo nas indústrias com colaboradores suficientes para preencher as funções qualificadas, o tempo utilizado na formação e integração dos novos colaboradores, de modo a acrescentarem valor em termos reais à Organização é crítico.
O inquérito revela, ainda, um investimento crescente em iniciativas não remuneradas, como formação e desenvolvimento, comunicação interna, coaching e desenvolvimento cultural.
Ausência de bons colaboradores afecta produtividade da empresa
O estudo da Deloitte identifica uma ligação clara entre a gestão do talento e o desempenho da organização. Cerca de 40% dos participantes em Portugal consideram que os aspectos da gestão de talento influenciam a produtividade e eficiência da empresa.
Uma percentagem significativa dos participantes em Portugal (33%) considera que a ausência de bons colaboradores afecta a capacidade de inovar. O estudo detecta que, nas organizações nacionais, é importante que seja mais evidente o impacto entre o talento e a expressão desse talento junto dos seus clientes, pois apenas 10% considera que a falta de talento limita a capacidade de conjugar as exigências de produção com as necessidades do cliente. Possivelmente será desejável uma crescente consciencialização de que a diferença no mercado, se faz também, pelo talento crítico de uma organização.
O estudo foi apoiado num inquérito, efectuado através de e-mail, junto de profissionais de recursos humanos de 1.396 empresas de 60 países de todo o mundo, representando diversos tipos de indústrias e organizações de várias dimensões.
segunda-feira, janeiro 30, 2006
Ardinas saem hoje à rua em acção do BES
Hoje, dia 30 de Janeiro (primeiro dia útil após a mudança de imagem da rede de balcões do Banco Espírito Santo), 20 ardinas (dez em Lisboa e dez no Porto) estarão em locais estratégicos junto a saídas de metro e comboios a gritar pregões enquanto entregam aos transeuntes 40 mil exemplares do "jornal BES" com informação sobre a nova identidade corporativa. A edição será numerada de maneira a sortear 50 fins de semana para duas pessoas nos Hotéis Tivoli.
O guarda-roupa dos ardinas reconstitui a indumentária dos antigos ardinas. As roupas foram criadas a partir de fotografias das primeiras décadas do século XX, enquanto a tarefa de dar vida aos ardinas foi confiada a actores profissionais.
O jornal, intitulado "Verde Futuro", que é a designação da cor da nova identidade corporativa do BES, vai conter textos e imagens alusivos à campanha de publicidade associada à nova imagem, bem como ao processo de renovação da identidade do BES.
Esta iniciativa é uma acção integrada na campanha de renovação da identidade corporativa do BES. Recorde-se que a nova imagem do banco foi divulgada no dia 28 de Janeiro, através de uma campanha de publicidade e, em simultâneo, da revelação ao público da nova imagem dos balcões do BES.
Fonte
Meios e Publicidade Online
quinta-feira, janeiro 26, 2006
O verde futuro de Ricardo Salgado
Marcas bancárias rejuvenescem identidade.
Novo verde revelado em campanha de 750 mil euros
Novo BES
O BES não quer ser monocromático. Apostou num fundo de cor, uma esfera onde os vários tons de verde pretendem exprimir universalidade e diversidade. A base do símbolo é a mesma. Mas está estilizado e descentrado, com o objectivo de projectar movimento. O "lettering" pretende-se mais moderno e afirmativo.
Verde futuro para dar esperança aos clientes
LÚCIA CRESPO
Um verde futuro. É a tonalidade que resulta da combinação das alfaces, azeitonas e limões que andaram a veicular nos écrans de televisão. É o desvendar da nova imagem corporativa. O logótipo do Banco Espírito Santo (BES), inalterado desde 1991, mudou ontem. Um investimento de seis milhões de euros para rejuvenescer o banco que conquistou 18% de quota de mercado e 120 mil clientes em 2005, e que quer mais cem mil este ano. Uma aposta para reforçar a presença do BES no exterior.
"Trata-se de uma evolução. Não de uma revolução. Adoptámos uma imagem mais fresca para nos aproximarmos do cliente. Para fazer do BES um banco popular, para todos os portugueses. E estrangeiros", afirmou, em conferência de imprensa, Ricardo Salgado, presidente da comissão executiva do BES.
De acordo com Joaquim Goes, administrador da entidade bancária, a nova imagem corporativa vai ao encontro daquilo a que chama uma lógica "customer-centric", em que o cliente está no centro das atenções. "Vamos reforçar o posicionamento de 'customer-centric', partilhar o conhecimento e reforçar a interacção com o cliente", prometeu.
As próprias campanhas institucionais, a serem lançadas pelo BES ao longo de 2006, vão exprimir esta nova atitude: "Quem sabe, sabe, e o BES sabe': irá mudar, por exemplo, para "Quem sabe, sabe e o Joaquim sabe".
A nova imagem corporativa, da autoria do "designer" Ricardo Mealha e da agência de publicidade BBDO, vai ser visível nos balcões a partir de 28 de Fevereiro, numa operação "big-bang" que vai cobrir, no curto-prazo, 95% da rede total.
Além dos 600 balcões de retalho, que incluem as agências do Banco Internacional de Crédito (BIC), adquirido pela instituição de Ricardo Salgado, o BES conta 55 pontos físicos de acesso ao banco em Portugal. Em território estrangeiro, a mudança já está a ser preparada em Espanha. Seguese Angola e outros países.
Estratégia de macro-segmentação
Para seguir a lógica "customer-centric", o BES tem reforçado a estratégia de macro-segmentação. "O cliente escolhe onde, quando e como quer", enfatizaram os responsáveis.
No segmento de negócios, aquele em que o banco regista uma taxa de crescimento mais significativa, o BES tinha, no fim de 2005, 110 mil clientes e uma quota de 20% no crédito concedido, uma percentagem superior à sua quota global. Já o chamado segmento 360, que tem uma abordagem personalizada, registou 200 mil clientes no final do ano passado. O segmento de particulares de retalho contou com 1,3 milhões.
O banco vai reforçar a aposta em novos nichos de mercado, nomeadamente nos imigrantes. "Já representam um potencial de 400 mil clientes, o que significa 7% da população activa", salientou o administrador do BES, que efectuou uma parceria com o Bradesco para serviço de remessas.
Também os turistas residenciais (50 mil) são uma aposta. "As projecções de crescimento apontam para 300 mil proprietários e 25 mil casas por ano até 2012", disse Joaquim Goes. Para este nicho, o BES prevê lançar uma estrutura de suporte em Portugal e no Reino Unido.
Para responder ao "aumento da exigência dos clientes", o BES reforçou, também, uma estratégia multicanal. "Desde 2003, o número de contactos via Internet superou o número de interacções nos balcões", conta Joaquim Goes. "O cliente escolhe onde, quando e como", repetem os responsáveis do BES.
Tudo para captar clientes. Cem mil ao ano é o objectivo. E uma quota de 20% de mercado é a meta para 2006. Uma meta que se estende além fronteiras. O BES quer manter um lugar de liderança na Península Ibérica. Ficar no "top-3" em eficiência. Afinal, mais de 25% da actividade do BES é gerada no estrangeiro. Quem o salienta é Ricardo Salgado, reiterando que o banco a que preside, que tem subsidiárias em Espanha, Angola, Macau e operações em vários pontos do mundo, "sempre foi o mais internacional dos grupos financeiros portugueses".
Agências com caixas de luz
Caixas de luz como sinaléctica exterior, cor branca do "lettering" a contrastar com o verde vivo do espectro de verde futuro. Eis as características das "novas" 600 agências. Recorrendo a perfis de alumínio que forniam a moldura das caixas de luz, acentuou-se a imagem de modernidade.
Marcas bancárias fortes são essenciais para economias de escala
Em contextos pluriculturais e multilinguisticos a percepção da identidade parece ser fundamental. Os bancos estão atentos. A acompanhar a entrada em mercados aíém fronteiras, tem que estar presente uma marca global e única. Veja-se o exemplo do Banco Comercial Português (BCP), que vai adoptar a marca Millennium nas suas operações no estrangeiro. Até o "slogan": "A Vida inspira-nos" vai ser exportado. Também o BPI é apontado como protagonista das maiores mudanças a nível corporativo no sector bancário. O Totta é indicado como um caso de sucesso. Este é ò ano do BES. Até agora.
"A banca é dos sectores que maiores e mais profundas transformações sofreu na última década. Tem um enquadramento competitivo em acelerada mudança, fruto de alterações originadas pelo impacto da revolução tecnológica em curso. É neste contexto “que a marca dos bancos ganha importância e um novo sentido", considera Bruno Valverde Cota, professor de "marketing" na Universidade Lusíada de Lisboa e autor de livros como "A Emergência do Marketing Bancário". "Estamos a tratar da identidade das marcas bancárias. E não nos esqueçamos que a identidade é mais do que um nome ou um logótipo. Todas as acções devem afirmar a identidade: os produtos, os contextos físicos, o material de comunicação e o comportamento dos colaboradores", alerta.
Segundo o docente, a mudança de imagem por parte do BCP e BPI surge "da necessidade dos grupos se tornarem mais competitivos, pois a concorrência tirava partido da dispersão das marcas dos grupos". Isso mesmo é o que Paulo Fidalgo, director-geral de comunicação do Millennium bcp, aponta. "Chegámos a promover mais de 50 marcas, entre marcas de entidade jurídica, de rede comercial e nomes de produto. (...) Por outro lado, medimos as necessidades de investimento publicitário de cada marca e percebemos que a concorrência tirava partido da nossa dispersão", salienta.
"O fim da coexistência de várias marcas permite poupanças anuais de oito a nove milhões de euros".
"Neste quadro, uma ‘grande marca’ é uma necessidade, não um ‘luxo’, sentencia Bruno Valverde Cota. E com ela que os bancos podem viajar pelo mundo fora, ultrapassar barreiras culturais, apelar a múltiplos segmentos de consumidores, criar economias de escala e ganhar margens elevadas por mais tempo.
Vegetais, flores e frutas. Cores mais vivas é uma tendência apontada por Filipe Carrera, professor no ISEG. O BES aposta num verde mais aberto. O Millennium bcp também optou por um púrpura mais arrojado. "Para ter uma ideia correcta da inserção do banco na paisagem urbana portuguesa, nada melhor que uma volta nocturna por Lisboa ou outra cidade. É possível reconhecer sucursais BCP a mais de 500: metros de distância dada a clara identificação proporcionada pela cor", comenta Paulo Fidalgo.
"É curioso observar como a natureza está omnipresente em três dos maiores bancos portugueses. Sejam flores, frutas, ou vegetais", diz Ricardo Miranda, director criativo da MKT. "Numa era de Plano Tecnológico e de novas tecnologias, os valores que as marcas bancárias querem projectar são de regresso à mãe-natureza", brinca. "Por outro lado, há um fenómeno de arrastão na coisa. Se uma marca grande vai buscar a natureza para exprimir dos seus valores, é natural que as marcas concorrentes sejam tentadas a seguir o mesmo caminho. É o chamado 'não querer perder o barco'".
"Mas não nos iludamos, pois uma marca é, em si mesma, uma promessa e, no final, é necessário cumprir as promessas", alerta Bruno Valverde Cota. "Qualidade do serviço prestado e capacidade de criar ‘boas experiências’ aos clientes serão certamente o factor crítico de sucesso. Apesar dos fortes investimentos da banca em tecnologia e em comunicação, os recursos humanos são o factor determinante do sucesso da estratégia de cada marca bancária. Qual o banco português melhor preparado para este desafio? Essa é a principal questão!".
Millennium bcp
A aposta na marca única
O grupo BCP abandonou as marcas comerciais Nova Rede, Atlântico, Sotto Mayor e BCP e apostou na designação única Millennium bcp, a marca que a instituição tinha na Polónia. "A palavra BCP era fortíssima em Portugal mas não funcionava no estrangeiro. Já Millennium bcp era inteligível em diversas línguas, exprimindo universalidade. Mas, sozinha, remetia para áreas não bancárias", comenta Paulo Fidalgo, directorgeral de comunicação do grupo BCP. Resolução? A marca única Millennium bcp no final de 2003. "Millennium", uma palavra com origem latina, é "emocionalmente forte". Já a cor púrpura exprimia uma ruptura com o passado. Mas não totalmente. A linha cromática é a mesma de sempre e a marca histórica BCP ficou como marca de "endorsement", dando continuidade às faixas bcp existentes nas sucursais. Um montante total investido de 11,4 milhões de euros (incluindo adaptação da imagem às sucursais, áreas de "selfbanking" e infraestrutura de "merchandising").
Banco BPI
Flor de laranjeira de quatro pétalas
O Banco BPI nasce em 1998, em resultado da fusão de quatro bancos, o Banco Fonsecas & Burnay, o Banco de Fomento e Exterior e o Banco Borges & Irmão, tendo também sido absorvido, no final desse ano, o Banco Universo, um banco "in-store". BPI herdou a nome e a cultura do Banco Português de Investimento. Com ele, nasce também uma nova imagem. Que pretende combinar dois atributos: a experiência, reflectida na tipografia e no tom sóbrio do nome BPI, e a harmonia, representada através da cor e do motivo - à flor de laranjeira. "Em muitas regiões da bacia mediterrânica e do Cáucaso, laranja diz-se com o nome de Portugal, num inesperado vestígio com a história dos Descobrimentos", comunicou a instituição: "A laranja também sugere calor e cordialidade, símbolo de felicidade e acolhimento. À flor de laranjeira foi retirada a quinta pétala para se adequar a forma ao simbolismo relativo ao número de bancos associados".
Banco Santander Totta
Um projecto multimarca
Duas marcas comerciais. Uma institucional. O Banco Santander Totta existe formalmente em Portugal desde Dezembro de 2004, altura em que as três instituições detidas pelo grupo - Totta, Santander e Crédito Predial Português (CPP) - passaram a dar lugar, formalmente, a um banco único, sob a "holding" Santander Totta SGPS. A marca CPP desapareceu e as suas agencias foram integradas na rede Totta. Já as duas marcas comerciais Totta, marca centenária, e Santander foram mantidas. Uma estratégia multimarca defendida pela administração. Surge um Totta com uma letra minúscula, arredondada e cheia para projectar o nome de modo amigável, jovial, descontraído e caloroso. A dicotomia de cores e os dois "ts" pretendem representar o encontro de duas partes - o banco e os clientes - num mesmo nome. O azul projecta ideias associadas à racionalidade e solidez, enquanto o vermelho está associado à emotividade e dinamismo. Já o logótipo do Santander é constituido por elementos como a chama e a cor. O vermelho evoca energia, força, coragem e domínio.
Fonte
Jornal Negócios : LÚCIA CRESPO
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Marketing político
by André Vilares Morgado*
quarta-feira, janeiro 18, 2006
Marketing Político ou “Politiquices”
Hoje há quem confunda Marketing Político com Marketing Eleitoral e com Publicidade Política. Ora, o Marketing Político deverá assentar em valores, na verdade e honestidade, no rigor técnico e científico e, certamente, com arte e ética na persuasão.
Desta forma, o Marketing Político, a meu ver, é uma actividade que assenta na Análise, Planeamento, Implementação e Controlo de Programas Políticos destinados a criar e manter relações de troca mutuamente vantajosas com os cidadãos, de modo a atingir os objectivos de um grupo político.
A publicidade é apenas - ou deveria ser -, uma das variáveis do Marketing Político. Se considerarmos a publicidade política como tendo, hoje em dia, o mesmo significado que Marketing Político, cometemos um erro, já que a publicidade é intrínseca ao conceito de Marketing Político. Considerá-la – a publicidade -, Marketing Político seria reduzirmos a política a um acto de “cosmética”, na maioria das vezes com acções de comunicação “de muito mau gosto”, reduzindo a mensagem política ao mínimo, sem ideias e valores.
Clarificado que está o conceito, é fácil concluirmos que em Portugal não se pratica Marketing Político. Faz-se marketing eleitoral e publicidade política. Marketing Político, implicaria necessariamente uma boa Gestão e a capacidade de criação de valor para os cidadãos, utilizando a aptidão para compreender as actuais e emergentes necessidades e vontades de cada cidadão, um benchmark dos outros países, ofertas e estratégias e as tendências para o futuro.
O Marketing Político deve ser gerido. Por isso, cabe-lhe o papel de regular e dinamizar a produtividade da “causa pública” e aumentar o valor percebido dos serviços disponibilizados através de uma base sustentada de fidelização dos cidadãos. E isso é feito através de pessoas que sabem gerir e não com recurso exclusivo a técnicas de comunicação.
Permitam-me o desabafo: enquanto o país não tiver a capacidade de atrair para a política pessoas de valor ao nível técnico e fundamentalmente com experiência – adquirida nas organizações e empresas -, com conhecimento real e vivido sobre os principais problemas da sociedade, não teremos Marketing Político, mas apenas algumas – se calhar em excesso – “politiquices” apoiadas e ajudadas pelos excelentes profissionais de Comunicação que existem por aí. Mas quando o conteúdo é “oco”…
É certo que o Marketing Político está associado a um discurso baseado na persuasão, com o intuito de prescrever conclusões definitivas, o que devemos querer e não querer. Todavia, o discurso persuasivo é perigoso quando defrauda e se torna o único discurso político possível, não receptivo a outros discursos abertos e criativos. Basta analisar a nossa história política mais recente.
Hoje em dia é natural que o cidadão seja persuadido, mas deve saber o porquê das coisas, de modo a permanecer livre em relação às técnicas de persuasão. Já a Retórica de Aristóteles “consistia num manual de persuasão e na denúncia científica e pública das técnicas de persuasão”.
O mais importante é sabermos que o Marketing Político assenta em valores e lida com a verdade. E isso não é manipulação política baseada em publicidade. Barthes dizia que a “imagem é uma mensagem, é um suporte à fala mítica”. Daí a importância dada à imagem.
No Marketing Político mais moderno, os grupos políticos começam a sentir a necessidade de desenvolver processos de adequação viável entre os objectivos, experiências e recursos, e as suas oportunidades numa sociedade em constante mudança. Assim sendo, torna-se essencial o planeamento de todos os recursos para alcançar objectivos quantificados num determinado período de tempo.
Terá que ser feita, cada vez mais, uma análise das capacidades financeiras, humanas e tecnológicas de forma a ser avaliada a boa concretização dos planos propostos. Os políticos devem fazer com regularidade uma revisão crítica das suas metas globais e da eficácia de marketing, pois é uma área, com a complexidade e mutação constante da sociedade, em que os objectivos, as políticas, as estratégias e os programas rapidamente se tornam obsoletos.
*Doutorado em Gestão, na especialidade de Marketing, pela Universidade de Évora.Professor Universitário.
segunda-feira, janeiro 16, 2006
Seminários Marketing Research
O objectivo é o de transmitir aos participantes a experiência vivida dos estudos de mercado e do marketing research.
Pretende-se também com este evento criar referências num contexto de recolha e exploração de informação de gestão e de marketing.
Veja em:
http://www.lis.ulusiada.pt/eventos/seminarios/marketingresearch/seminarios.htm
sábado, dezembro 24, 2005
Uma reflexão...
by Carlos Coelho Ferreira*
O Mercado soube durante este mês que mais um Grupo Bancário da nossa praça decidiu entregar a gestão das suas principais infra-estruturas de sistemas de informação a uma grande multinacional Americana da área dos Sistemas de Informação. Este contrato de outsourcing segundo os seus mentores, insere-se num conjunto de medidas que o banco pretende adoptar nos próximos meses, com o objectivo de reduzir custos e potenciar aumento de receitas.Segundo o que consta da sua nota à imprensa, o acordo em causa, válido por dez anos, vai permitir a poupança 56,7 milhões de euros na gestão da sua infra-estrutura informática, durante a validade do contrato. No primeiro ano - o corrente exercício -, o banco vai conseguir reduzir em 6,8 milhões os gastos associados a esta área. Um valor equivalente a quase 1% do total dos custos operativos da instituição em 2004.
A banca, tradicionalmente um sector fechado em termos tecnológicos, o que levou, aliás, à criação de grandes estruturas dentro das instituições bancárias dedicadas aos sistemas de informação e levou à criação de sistemas proprietários em cada banco. No entanto, essa situação tem-se vindo a alterar nos últimos anos, tendo os bancos optado por entregar a gestão dos sistemas de informação a terceiros, na tentativa de reduzir custos.
Gastos e proveitos à parte ou talvez não, globalmente a Banca no seu todo com raras excepções, não tem conseguido resistir à tentação economicista de redução de custos através de politicas agressivas de Outsourcing.
Sabe-se que a matéria prima do negócio bancário é uma unidade composta chamada “informação”, pelo que a gestão, tratamento e manutenção da mesma assume-se como uma prioridade no sector bancário.
O que se vislumbra com este tipo de contrato é que as instituições bancárias estão a passar estas actividades para terceiros que operam em regime de não exclusividade, pelo que o risco operacional inerente é exponencialmente acrescido. Não se trata de especulação mas sim de bom senso, porque se à algo efectivamente difícil de controlar, gerir e manter é informação explicita, já para não falar da informação tácita ou a rádio alcatifa como é conhecida.
Vivemos hoje o fenómeno da HIPERINFORMAÇÃO. E é dentro deste novo contexto que a área da segurança passa a actuar num patamar mais elevado na empresa. A segurança sempre actuou ao nível operacional, nunca se preocupando com tendências do mercado e a manutenção competitiva da empresa. Actualmente a segurança deve agir no nível estratégico e táctico, através do planeamento adaptativo e da INTELIGÊNCIA COMPETITIVA.
Neste contexto, seria importante ter presente uma passagem de um estratega ligado a uma civilização milenar....
"Quem tem a informação tem o poder" (SUN TZU)
A pergunta dos gestores para a segurança hoje nas empresas, é: " Se nós não estamos a conseguir obter informações sobre nossos concorrentes, como é que vamos proteger a nossa actual vantagem competitiva sobre eles ?" ora, o que se passa com este tipo de acordo é que as organizações estão a partilhar a sua própria casa sem que se conheça e controle a génese da construção da mesma, tudo bem, pode-se afirmar que se conhece o empreiteiro, mas de certeza que não conhecem os pedreiros, electricistas, etc... etc...., e muito menos a qualidade dos alicerces resultantes.
Passámos de uma era em que a capacidade de produção era o factor essencial da competitividade para um novo patamar em que o CONHECIMENTO e a capacidade inovadora das organizações define cada vez mais a sua posição competitiva. O conhecimento torna-se para a empresa cada vez mais um factor essencial, diferenciador e decisivo, pelo que os gestores devem cada vez mais olhar para o seu valor implícito e menos para o valor de curto prazo.
*Mestrando no ISEG. Bancário.